E passa o resto da vida
Admirando sua obra
Não é a casa que admira
É sua própria imagem
Refletida nos vidros das janelas
No espelho d’água dos lagos
No mensageiro do vento das varandas
João de Barro e Narciso
— Pássaro e Flor
O homem. A casa. O espelho.

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A obra 

10 comentários:
eu acredito mesmo que "o mundo" é em grande parte uma manifestação da nossa consciência. abraços.
Fazia tempo que não vinha aqui, ando sem tempo pra net, mas foi como mergulhar em águas doces e deliciosamente gostosas. Bom demais te ler. Beijos
Passei por aqui
plantei esta pedra
palavra de sombra.
Até a volta.
Beijo.
Também creio nisto, Héber.
Obrigada
abraços
Nydia
Senti sua ausência, Angélica. Mas também ando assim. Todo tempinho livre corro pra cá.
obrigada
beijos.
Obrigada, José Carlos.
Pedra plantada, se regada também floresce... Em poemas, floresce.
beijo
Para refletir-se...
Henrique
A casa é mesmo emblemática, carregada de símbolos; está na nossa memória atávica, eu acho.
Obrigada
Abraços
soubesse, voaria....
assim como voam tuas palavras.
mas nem pássaro, nem casa.
um narciso de barro
aos moldes do verbo
pouso!
grato, Nydia, por teus versos.
Grata pelos teus, Paulo!
beijo
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