I - A AVENIDA
paralelas linhas que
de tão longas e retas
se afunilam
seja de fuga
seja de encontro:
um ponto.
apenas poesia e alguma arte
A obra LONGITUDES de Nydia Bonetti foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em nydiabonetti.blogspot.com.
8 comentários:
Nydia, faz lembrar "Paralelas", Belchior:
".......
Como é perversa a juventude do meu coração
Que só entende o que é cruel, o que é paixão
E as paralelas dos pneus n'água das ruas
São duas estradas nuas
Em que foges do que é teu
........"
Beijo
Um ponto no horizonte... Poderia-se pensar em otimismo? rs
beijos
Saudade de Belchior, Lis!
beijo.
Um ponto pode ser tudo, Cris. ;))
Beijos.
Uma avenida, paralelas e não se encontram. Onde é o ponto?
Talvez no infinito, CD.
Beijos.
engenharia de trânsito, arquitetura urbana ou apenas uma poética???
eis a nydia. eis?!
Um pouco de tudo, Henrique. A minha mente exata em constante conflito com meu coração delirante de poesia. Isto sem falar na alma mística e inquieta, que neste poema nem se manifestou. ;))
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