queimam dentro de nós, silêncios de fogo - por não haver quem nos ouça
brasas vivas nos dilaceram o peito. olhos em chamas. ardem
cinzas cinzas cinzas vento vento vento paz - poema
até o próximo incêndio.
Concursos Literários - Março, Abril, Maio e Junho de 2012
51 minutos atrás




A obra 

8 comentários:
Sinistro!
Oi Nydia, muito bom ! Aprecio muito o que você escreve. Bj.
Silêncio abrasador...
O "silêncio" que mais me toca (ainda hoje) tinha o nome de cana da índia, mais de 4 metros de comprimento e era usada pelo meu professor no ensino primário.
Há muitos anos, sim.
Beijinho
João
muito bonito.
Belo blog, gostei daqui,
Maurizio
Vivemos de silêncios e incêndios.
Beijo.
Toca fogo!
he he he
amigos,
quando meu “sangue “italiano” clama, meus textos ficam assim, dramáticos, quase operetas, tragicômicas na verdade. depois morro de rir. que eu posso fazer... pior que às vezes esta fase é longa. meu avô cantor de óperas teria adorado isto. :))
beijooooos
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