A sorte é como um oleiro — molda e quebra
Muitos, como você e eu, ela criou e destruiu.
*Abdur Rahman, poeta afegão
Muitos, como você e eu, ela criou e destruiu.
*Abdur Rahman, poeta afegão
apenas poesia e alguma arte
A obra LONGITUDES de Nydia Bonetti foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em nydiabonetti.blogspot.com.
4 comentários:
Muito bom.
... como se fosse coincidência, hoje, depois de pensar sobre o oleiro, a argila... fiz este poema:
Quebrei o cântaro de barro.
O chão ficou manchado de vermelho como sangue.
O ladrilho absorveu o vinho,
toda a vida da sala ficou no brilho dos cacos.
Um beijo.
Abdur Rahman, Mestre Brandão e Nydia Bonetti devem ler o Rubaiyat.
Abraços!
Muitos, como todos nós.
Maravilhoso!
Bjo.
Maravilha!
Parabéns, Abdhu!
Beijos
Mirse
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