29/09/2009

um poema de abdur rahman

A sorte é como um oleiro — molda e quebra
Muitos, como você e eu, ela criou e destruiu.

*Abdur Rahman, poeta afegão

4 comentários:

José Carlos Brandão disse...

Muito bom.
... como se fosse coincidência, hoje, depois de pensar sobre o oleiro, a argila... fiz este poema:

Quebrei o cântaro de barro.
O chão ficou manchado de vermelho como sangue.
O ladrilho absorveu o vinho,
toda a vida da sala ficou no brilho dos cacos.


Um beijo.

BAR DO BARDO disse...

Abdur Rahman, Mestre Brandão e Nydia Bonetti devem ler o Rubaiyat.

Abraços!

Talita Prates disse...

Muitos, como todos nós.

Maravilhoso!

Bjo.

Mirse Maria disse...

Maravilha!
Parabéns, Abdhu!

Beijos

Mirse

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