
imagem - addaf55dd
outra vez estendo meus braços
e tento
tento tento tento tocar
- não posso
cada vez mais tudo se distancia
- e a vida
que sempre me pareceu
intangível
agora - me parece improvável
apenas poesia e alguma arte
A obra LONGITUDES de Nydia Bonetti foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em nydiabonetti.blogspot.com.
30 comentários:
vc quiser vc voa.
beeeijoss
Parece haver um intermeio, um entre - entre tudo que há. Um halo, quintessência improvável. E nessa plasma, pasmo eu a tua poesia.Beijos, Nydia.
Eu toco o que não deveria
brinco com o perigo
eu danço em frente ao atirador de facas...
Adoro teus poemas, Nydia. De alguma forma, eles sempre me inspiram.
Beijos
Nydia
Caramba, que bonito!
Geralmente quem tem asas costuma ter pensamentos assim :)
Bj querida
Gi
O mais importante é não desistir de tentar.
A persistência faz milagres!
Um beijo
[dos braços tomamos o mundo, mas do mundo quem toma os nossos braços?]
um imenso abraço, Nydia
Leonardo B.
In
pro
v
i
s
a
Beijinho
João
Que poema triste...me lembrou um pouco os filmes de Antonioni.
Tenho uma carta do tarô pessoal que é "O improvável" - representada por um cavalo marinho. Mas aí o improvável é algo que perturba, mas pode ser bom (pode perturbar, por exemplo, a rotina).
Ih, viajei. rs
nossos braços curtos tentam tocar e abraçar o mundo... mas falta pele, faltam ossos, falta tudo...
Adorei suas poesias!
Parabéns pelo blog!
bjoss
Do impossível nasce o possível
Do improvável nasceu o provável
Da poesia nasce o poema
/ beijos /
Lindo poema, Nydia!
Também estou nessa. E há tanto tempo que tentar virou rotina.
Beijos
Mirse
Nydia,
Nunca, nunca, nunca deixa de os estender... uma hora a vida quer ter onde ELA tocar...
...como um passarinho quer pouso.
Beijos.
Katyuscia.
sempre me pergunto
de que vida estamos falando...
achei extremamente melancólico, Nydia.
e belo, claro - como tudo por aqui.
bjo, querida.
Nidia...
Cansados da vida ou cansados de nós que diferença fará?
Um beijo...
AL
Querida amiga Nydia.
Vida improvável? Nas tuas mãos está construção do alicerce dela.
Beijos
Victor Gil
A incoerência é a única coerência possível no limite do absurdo e da alucinação no trânsito do poético. Se bate o coração, vida existe! Beijus,
Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Fabrício e cheguei até vc através do blog Seara de Versos. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir meu blog Narroterapia. Eu sei que é ridículo da minha parte te mandar essa propagando control c control v, mas sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas no blog da Lídia Borges, ela inclusive é seguidora do meu blog, claro que ela faz isso mais por gentileza do que pela qualidade do meu texto, mas estou me aprimorando, e com os comentários sinceros posso me nortear melhor. Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs
Narroterapia:
Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.
Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.
Abraços
http://narroterapia.blogspot.com/
Continuas a poeta bela de sempre. Comedida. Emotiva.Sensata. Parabéns, querida poeta.
Amei sua cara lavada, sua confissão de momento (ou não) sem anteparos.
Gosta de gente de coragem, de alma exposta, sem-medo-mas-com-medo - esse irmão gêmeo que nos acompanha desde o nascimento.
Lindo!
Beijo de admiradora.
Prova de que não se precisa provar para que algo exista.
A vida é mágica. Na magia das palavras, alucino, extasio-me, sou salvo.
Muito bem, Nydia.
Beijo.
Vou imitar Gisele porque eu também pensei: "Caramba!". O final é surpreendente.
Bravo, Nydia!
Impressionam-me
o volume e a qualidade
de sua produção literária!
Um grande abraço,
doce de lira
Adorei seu espaço.. ainda não tinha passado por aqui. Parabens pelo texto.
... você é um cristo de Cecília.
Essa impotência diante do querer e não poder é completamente agoniante e acaba com a gente...de verdade...
Escrevi algo sobre essas improbabilidades da vida também (texto: Improvavelmente)...são latentes, mas certas...
Gostei muito, Nydia!!
bjo
Nydia,
O próprio gesto deu sentido à vida.
Ela é marota.
Beijos,
Marcelo.
nydia,
um verso muito bonito,
na poesia que você pratica, o jogo que você estabelece privilegiando o entendimento de um sentimento, de uma emoção, é talvez o que eu mais admire no resultado da tua escrita.
é dificílimo dar ação para coisas tão efêmeras (a sensação de... o sentimento de... a impresssão de...), e você consegue com maestria!
parabéns,
um beijo.
Amei! Assim me sinto muitas vezes. Bj
Belíssimo poema Nydia. Quando eu leio um poema eu não apenas leio com os olhos. Não se tu és assim. Mas quando posso eu leio em voz alta para ouvir a sua sonoridade, o seu ritmo. Quando tem gente por perto então eu leio em voz baixa. Quando li "improvável" percebi o ajuste, a adequação das palavras, o ritmo bonito; leve.
Repito. Belíssimo poema. Estamos sempre procurando as delimitações para os nossos "tangíveis" e "improváveis". Tentamos alcançar, mas sempra falta meio centímetro de braço. E concluímos que mesmo as delimitações que procuramos pontuar tem lá suas enormes limitações.
Oi Nydia. E o poema da mãe? Vamos sair dessa nuvem?
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