A solidão em que a morte
deixa o morto
É maior que a solidão da lua
Minha solidão soma
a solidão do morto
e a solidão da lua
- Sou mais só
que um louco.
*outro poema de Jorge Cooper
CONVICÇÕES
59 minutos atrás
apenas poesia e alguma arte
A obra LONGITUDES de Nydia Bonetti foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em nydiabonetti.blogspot.com.
12 comentários:
Bela escolha Nydia!
Esta matemática da solidão, está show!
Beijos
Mirse
Nydia,
Realidade cruel nestes dias...
A solidão em que a morte
deixa o morto...
Palavras que me remetem para o horror de imagens recentes.
Beijinho, Nydia!
Olhe este também, Nydia, que beleza:
A outra vida
Não poucos
crêem numa outra vida
Não me cabe discordar
Pois sei que tenho uma outra
vida
embora não de sonhos inventados
inventada
- Que a minha outra vida
é o que todos chamam
Passado
Jorge Cooper
E este então:
Uma saudade verde
(Me sabe a verde
a saudade)
Verde como o oito da sua casa
Um oito deitado
(Infinito de saudade)
Nunca madura nem de vez
Perdura sempre verde
a saudade
Jorge Cooper
É a solidão máxima - o nada além do só. Beijos, Nydia.
Não imaginamos maior solidão do que a da morte. Bem diz J. Cooper no se belo poema.
Beijo.
Solidão é sempre uma palavra que nos morde...
Aqui, arrancado de si mesmo, só a bela loucura de ser poeta é o que resta, e faz réstia à alma.
Nydia, uma característica sempre admirável tanto nos teus poemas quanto nas escolhas que fazes, é o desfecho.
Leio o início que já sempre surpreende, mas sempre sabendo que vou arrepiar-me no final.
E sempre acontece.
Um beijo.
Excelente!!!
Olá Nydia,
Sublime o poema...
a morte o morto a lua
s
ó
e o céu brilha como se a loucura fossem estrelas...
!
n
f
i
n
i
t
o
beijinho
Entrei no blog pelo nome,lindo o titulo do blog,e lindo os poemas...acho que a solidaão daquelas que escolhemos ter,tem seus lados positivos,mas ela causa medo em todos...
Nydia,
Ápice.
Beijos,
Marcelo.
Nydia,
Muito bom! Grato por compartilhar!
Abração,
Adriano Nunes.
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