etérea
a ponte que atravesso
um passo
entre o papel em branco
e o verso
um risco
(na ponta do lápis)
Poema puído
35 minutos atrás
apenas poesia e alguma arte
A obra LONGITUDES de Nydia Bonetti foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em nydiabonetti.blogspot.com.
26 comentários:
Nydia,
Seu poder de síntese, seu jogo de palavras e a profundidade imersa nisso tudo são muito bons. Parabéns.
Beijo grande.
belíssimo risco,
além de arriscar-se!
um beijo!
e fez-se uma liberdade poética sem hipocrisia
Que ponte, que ponte!, por um triz,
uma brisa de nada, um suspiro qualquer...e a palavra pode ficar suspensa no ar. Ou simplesmente sumir, evaporar-se na bruma!
Tão lindo!, Nydia, tão lindo, que estou assim, à beira...!?
Beijo grande
[nunca há excesso numa ponte que não começa, nem acaba... acontece!]
um imenso abraço, Nydia
Leonardo B.
De cada lado da ponte o papel e o lápis.
Ao meio, aPONTAmento.
bEIJINHO
jOÃO
Nydia,
Tal qual a inspiração que nos move, esta ponte é sublime e nos permite alcançar objetivos.
bjs
Sob a ponte, um caudaloso rio de palavras. Com extrema sensibilidade, a poeta pesca umas poucas e atravessa a ponte.
Entre a ponte e o papel, a poesia...
Um beijo
Nydia
Tua poesia é do melhor minha querida!
bj
Lí:)
ar
riscar
assim é o fôlego do poeta
Essa nossa ponte, às vezes some no branco papel.
Perfeito!
Beijo!
Nydia,
Reafirmo o que disse no Facebook: lindo esse poema! Em breve, quero postá-lo em meu blog. Semana que vem, passando esse fim de semana.
Abração,
Adriano Nunes.
Nydia,
sua poesia é bela, de elevada maestria como é o voo do pássaro.
Beijos,
H.F.
no risco se acende fagulhas, fiat lux. abraço
Uma ponte que nos salva.
beijos, querida
Nydia,
Este risco é um diálogo com Adriano.
O papel em branco, o dia em branco, tudo está para suscitar-nos.
[O que?!]
Um beijo.
Que poema mais belo! Uma ponte etérea, o lápis e eis a poesia.
lindeza de versos nydia!
não dá nem pra por a culpa no meu lápis...rs
(também fiquei feliz de ver o Paulo entre outros grandes. sempre que o via, ele estava junto do Sabino, do Otto e do Hélio, o que já não é pouca coisa!!!)
Um abraço!
O etéreo torna-se perene no poema.
Pode ser longo o caminho entre o papel em branco e o verso.
bjs
Nydia,
São os "riscos" que nos levam adiante, sempre.
Ler-te é sempre um risco certo de se impressionar com teu talento.
Beijos.
.
.
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Katyuscia
Nydinha, ao ler isto (eu que nunca fui poeta) escrevi algo que te mando completo por e-mail... O primeiro trecho aqui:
Minha vida é um trapézio
Sem rede para segurar minha queda
Olho para o vazio abaixo
Mas não caio.
Até já com o e-mail... bjks
O risco que serve-me faz de uma loucura um fim e de um hiato um imenso grito! bjs moça.
É de uma originalidade magnífica!
beijo
E o poema escorre.
Incrível, Nydia! Tudo dançou bem aqui na minha frente: ponte - verso - risco - lápis.
Um beijo de admiração.
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