não confundam
eu, comigo
- eu
vive além
do meu umbigo
fronteira
- eu
vivo aquém
(interessar possa)
Poema puído
31 minutos atrás
apenas poesia e alguma arte
A obra LONGITUDES de Nydia Bonetti foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em nydiabonetti.blogspot.com.
21 comentários:
[há uma relação tão umbilical com a dúvida, que mais que apêndice se torna a substância do poema; dilema?]
um imenso abraço, Amiga Nydia
LB
Nydia,
o eu-poético guarda/carrega hífens, transita a fronteira do eu-tu.
O poeta - quando verdadeiramente poeta -, é da ordem do narcisismo cósmico; aquele que é contrário ao narcisismo primário...
Seus versos fazem-me lembrar essas coisas. Muito gostei!
Beijo com carinho e enorme admiração,
H.F.
Nydia,
Quem é o sonhador que sonha o sonho? O expectador do sonho é apenas parte da cena. É o tal "comigo".
O eu sempre interessa, aos eus de fato.
Um beijo.
Obrigada...
pelas gentilezas deixadas
por você lá no meu blog...
Depois de longa ausência...
voltei...
Beijos floridos e belos...
Leca
tu, poesia
tu, vida
beijo
nydia, muito bom encontrar você.
nós-poesia.
=)
Realmente vc está numa fase de "desabrigo", mas, ao mesmo tempo, num tempo de eu-oculto em eu-obliquo, numa ousadia que espera acatamento.
Abraços!
Que linda forma de quebrar o espelho do lago!
Nydia, você é além...
Um beijo.
Seu umbigo, talvez o umbigo do mundo. Em volta dele, tudo circula.
Em seu fundo, talvez se escondam pedras que brilham, os sentidos das fronteiras.
Lindo poema, Nydia!
Porém, todas convivendo dialeticamente...
Beijinho
João
maravilha, o verso final produz o paradoxo,
beijo
Um poema filosófico - ontológico - da casca e do conteúdo ... a quem interessar possa ...
Interesso-me intensamente.
=)
Beijo doce.
Danada que vira, revira, entontece as palavras e deixa a gente aqui sem ar.
Você é incrível, Nydia!
Beijoca
Dentro de cada um de nós existe sempre uma contradição aparente entre os dois pólos mais intrinsecos da nossa identidade. Mas somos ambos, como se fossemos um único pais no qual impuseram uma fronteira que divide as duas essências. E a dúvida persiste: quem impôs essa fronteira? Nós mesmos?
gostei muito das suas palavras, espero que estas leituras também me façam crescer na escrita e no pensamento.
BRAVO! Nydia, logo ponho um linque para teu blog no DE LÍRIOS & LIRISMO. Gosto de tudo isso aqui. Volto mais vezes.
interesante ponto carnal...geografia de eus..coisa complicada...nem usando radar...rs
belo poema Lydia...saudades de te ler....
Nydia, poesia é ficção. Certo.
Mas me lembrei de Sá de Miranda:
"Comigo me desavim,
Sou posto em todo perigo;
Não posso viver comigo
Nem posso fugir de mim."
Beijo.
"Para além do umbigo" seremos nós?
Há muito de filosófico e incompreensível no nós, para além e para aquém desse centro egocêntrico.
Um beijo
Magnífico, Nydia!
A quem possa interessar.
Um grande abraço, Poetisa!
maravilha, baby - queria ter escrito estes versos!
besos
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