vivo - labuto
sobre o solo agônico
dos dias iguais
invento cores
cultivo
ásperas flores
imperfeitas e desiguais
E tudo foi no começo.
36 minutos atrás
apenas poesia e alguma arte
A obra LONGITUDES de Nydia Bonetti foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em nydiabonetti.blogspot.com.
12 comentários:
Nydia,
Os pés do imperfeito solo agradecem a flor.
Tua poesia é assim um tal aguador raro.
Que lindo, moça!
Gosto dessa beleza desfantasiosa.
Beijos.
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Katyuscia
que lindo!
Vive-se, afinal,
daquilo que se inventa!
Abuse das cores, Nydia!
Um domingo reluzente,
doce de lira
Poema de indizível beleza!
Como eu gosto de ler-te Nydia :)
Ai como é bom vir ao seu blog a gente toma um banho de poesia.
beijão
Suas flores brotam da sua alma fecunda, poetisa, não há solo árido que resista.
Beijos.
Ótimos teus poemas, belos exemplos bem acabados de poesia sintética. Abraços.
E elas colorem bonito a r(e)otina, né?
Soprou brisa aqui...
Lindíssimo, Nydia!
Beijoca
É assim mesmo o acto de viver...«labuta incansável».
Que bom que voltaste à pureza original do fundo de blogue...é muito adequado ao teu estilo de poesia despojada, traço de engenheira - firme, lindo.
Beijo
nada mais descritivo para um agreste quando estes teus versos, nydia! um primor!
e vamos nessa labuta,
escrevendo.
beijo!
Nydia,
O que vale é quando semeamos o que vem da nossa alma. Flores e poemas são sempre um presente para quem cultiva e para quem contempla.
Beijos,
Carol
agreste e cortante, como o vento de uma madrugada,
abraço
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