o rio da infância
agora transborda
enverga
as amoreiras
destrói o asfalto
que não havia
arranca pela raiz
as velhas
mangueiras
decepa
os lírios brancos
talvez
para sempre
é findo
o tempo da doçura
e da inocência
[... águas barrentas
fúria
Escrevo para não enlouquecer. Mais. (Meus rascunhos, links e anotações diversas)